Amor e solidariedade é o espirito comum dos festejos natalinos, temos que usar essa energia para propagação de pensamentos que resultam na reflexão. D

Os festejos natalinos são, na opinião do filósofo Fabiano de Abreu, um momento de reflexão. E reflexão é o cotidiano de um filósofo. Avaliando a percepção do Natal de
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20/12/2018

Os festejos natalinos são, na opinião do filósofo Fabiano de Abreu, um momento de reflexão. E reflexão é o cotidiano de um filósofo. Avaliando a percepção do Natal de crianças e adultos, o filósofo chegou a uma conclusão distinta de sentimentos referente a essa data tão especial.

Fabiano de Abreu perguntou para duas crianças, um menino de 9 anos e uma menina de 8 anos, o que elas pensam do Natal. 

“Perguntei sobre essa data tão incomum, o que vem em suas mentes. Duas crianças de diferentes histórias tratando-se de classe social. O menino, de família mais humilde, disse que pensava em confraternização em família, de presentes, de muita comida e chegou a dizer o nome de Jesus, mas de forma tímida, como se fosse uma opção por ter errado na resposta depois de tantas perguntas do que seria essa data para ele. Já a menina, falou primeiro em presentes, surpresas, papai Noel e reunião em família. Não cogitou o nascimento de Jesus ou algo relacionado a religião. Ambos falaram em surpresas e diversão como um momento mágico, mas sem crenças. 

A mesma pergunta foi feita a três adultos, de 27, 32 e 37 anos de idade, ela, 27 anos, uma mulher com uma história de classe social mais humilde, o de 32 anos, com uma história humilde e praticamente órfão, já que viveu a maior parte da vida sem a mãe e não conheceu o pai, e o terceiro com uma história de uma família unida e bem financeiramente. 

“Na opinião dela, o Natal é uma oportunidade de juntar a família para redimir-se, para ele, de 32, o Natal é uma vaga lembrança de um passado distante e de um momento em família que ele não teve, além de muita comida na mesa. Para o de 37 anos, é um momento de confraternização em família e um momento de troca de presentes e da felicidade de todos reunidos em uma mesa. 

"Para mim, o Natal tem diferentes sentimentos, de acordo com a cultura de cada indivíduo e a história da sua vida. Mas uma coisa não há como negar, existe uma energia nisso tudo. Um sentimento que no mínimo é de reflexão. Temos que aproveitar esse tempo livre do Natal e da união com a familia, para gastar nossas energias conversando e tentando passar um pouco do conhecimento sobre essa data. Amor e solidariedade é o espirito comum dos festejos natalinos, temos que usar essa energia para propagação de pensamentos que resultam na reflexão. Contar para as crianças a história do Natal, por que ele existe, dar as opções para que possam tomar suas direcções sobre o que acreditar dentro de uma verdade.” finaliza o filósofo.