A relação entre os neurotransmissores excitatórios, como o aspartato e o glutamato, e o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH)
Este artigo explora a relação entre os neurotransmissores excitatórios, como o glutamato e o aspartato, e o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), com ênfase nas disfunções genéticas que afetam a sinalização glutamatérgica no cérebro. A análise aborda como variantes genéticas nos genes SLC1A1 e GRIN2B podem levar a um desequilíbrio na produção, liberação e recaptação desses neurotransmissores, resultando em disfunções sinápticas que se manifestam nos sintomas do TDAH. Além disso, discute-se o papel da neuroplasticidade na tentativa de compensação dessas disfunções e a importância de uma dieta adequada para manter os níveis de neurotransmissores, embora esta não corrija as anomalias genéticas subjacentes.