Abandono terapêutico o principal fator de casos refratários
Alguns pacientes procuram ajuda profissional para lidar com suas questões emocionais. Sentimentos e emoções negativas que provocam reações desconfortáveis, gerando desprazer. Porém no processo terapêutico, quando iniciado o relato da “queixa principal”, fica evidente que são enrijecidos, inflexíveis, com personalidade cristalizada.
Querendo “mudar o outro para si”, mas não querendo mudar em si comportamentos que geram sofrimentos para o próprio e para com quem convive. A terapia é personalizada, feita sob medida para as suas problemáticas. Não é para mudar o outro, e sim para que o paciente se perceba, se observe, se veja, se ouça.
E promova ações que tenham desdobramentos positivos em sua própria vida. Mas às vezes o novo, mesmo com a possibilidade de ser melhor, assusta, desestabiliza. A pessoa prefere conviver com a velha dor, do que desbravar novos horizontes. O abandono terapêutico é um dos fatores que colabora para esse quadro.
Baixe gratuitamente clicando aqui.