Depressão Funcional em Superdotados Profundos: O Silêncio Cognitivo de Uma Mente em Atividade Máxima

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Indivíduos com quociente intelectual (QI) superior a 145, classificados como superdotados profundos, exibem capacidades cognitivas excepcionais, mas enfrentam vulnerabilidades emocionais únicas. A depressão funcional, distinta da depressão clínica e do burnout, caracteriza-se por alta performance cognitiva associada a anedonia, oscilações emocionais e desmotivação, refletindo um estado de esgotamento neuropsicológico. Este estudo revisa os fundamentos neurobiológicos dessa condição, com ênfase na hiperatividade do córtex pré-frontal dorsolateral (CPFDL), hiperreatividade da amígdala e desequilíbrios neuroquímicos envolvendo cortisol, glutamato e dopamina. Por meio de uma revisão narrativa, simplificada, complementada por dados de uma enquete conduzida no Gifted Debate do Centro de Pesquisa e Análises Heráclito (CPAH), analisa-se a interação entre esses elementos, os efeitos na qualidade de vida e estratégias de manejo, como reestruturação cognitiva e controle do estresse. Os resultados enfatizam a importância de intervenções precoces e adaptadas para prevenir a evolução para quadros depressivos severos, promovendo o equilíbrio emocional e o bem-estar de superdotados profundos.

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Depressão Funcional em Superdotados Profundos: O Silêncio Cognitivo de Uma Mente em Atividade Máxima